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Por que essa noticia importa
Esse tipo de conteudo ajuda operadores, empreendedores e gestores a entenderem melhor as mudancas do setor, identificarem oportunidades e acompanharem tendencias que podem impactar a operacao.
Esta é a versão online da newsletter JOTA Principal. Quer receber as próximas edições e acompanhar os principais temas do momento? Cadastre-se gratuitamente!Lula prometeu trocar o figurino “paz e amor” pelo “Lula porreta” durante a campanha eleitoral. Essa mudança de indumentária tem tudo para ocorrer no primeiro evento da campanha, em 16 de agosto, no estádio da Vila Euclides, em São Bernardo do Campo.
“Lá vocês vão ver a cobra fumar”, ele prometeu à militância petista em seu discurso na convenção nacional do partido, ontem (2), em São Paulo. “Lá vocês vão ver o começo da grande vitória.”
Mas as principais frases de efeito, por enquanto, saíram do discurso de Geraldo Alckmin, ex-adversário que iniciou com elogios ao PT, passou por dados da economia e da indústria e encerrou com recados a Flávio Bolsonaro.
“Quem não acredita no voto popular não devia nem ser candidato a presidente”, alfinetou o vice-presidente, que já demonstrou na TV suas habilidades de acupunturista.
“A descrença das urnas é cheiro, fumaça de derrota”, ele continuou, antes de dar a estocada final: “A urna eletrônica é tão competente que não aceita voto de argentino e americano.”
Apesar da euforia que ajuda a mobilizar os eleitores, lideranças petistas continuam trabalhando com a possibilidade de a eleição mudar de rumo a qualquer momento, Fabio MuraKawa analisa na nota de abertura.
E Flávio Bolsonaro chega à reta final das convenções com esforço total para tentar reverter o isolamento político em que se encontra, Marianna Holanda escreve na nota 2.
Boa leitura e boa semana.
O PONTO CENTRAL
1. Cautela e canja de galinha
Há uma curiosa inversão de expectativas nesta campanha presidencial, Fabio MuraKawa nota no JOTA PRO Poder.
- Nos bastidores do mercado financeiro e da política, cresce a impressão de que a reeleição de Lula tornou o desfecho da eleição de outubro previsível.
- No PT, porém, o clima é bem diferente — o partido acredita no favoritismo do presidente, mas as principais lideranças evitam demonstrar qualquer sinal de salto alto.