O portal da I9vando acompanhou uma nova atualizacao relevante em revistaoeste.com para manter visitantes e clientes informados sobre o mercado de mobilidade urbana.
Por que essa noticia importa
Esse tipo de conteudo ajuda operadores, empreendedores e gestores a entenderem melhor as mudancas do setor, identificarem oportunidades e acompanharem tendencias que podem impactar a operacao.
A Justiça de São Paulo negou o pedido de absolvição sumária do auditor fiscal de Rendas João Zana, denunciado pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP) por supostamente receber R$ 1,5 milhão em propinas entre 2005 e 2015. A decisão também rejeitou o pedido da defesa para retirar o nome do servidor das publicações oficiais do processo.
Ex-delegado regional tributário de Araraquara, Zana responde a uma ação penal por corrupção passiva. Segundo a denúncia, ele teria recebido vantagens indevidas de um empresário do setor moveleiro em troca de omitir ou retardar atos de fiscalização.
Sede do Ministério Público de São Paulo | Foto: Divulgação/MPSPO juiz da 2ª Vara Criminal de Rio Claro afirmou que a legislação exige a divulgação dos atos processuais no Diário da Justiça e destacou que não há previsão legal para ocultar a identidade do acusado nas publicações oficiais.
Além disso, o magistrado observou que eventuais questionamentos sobre a divulgação do caso por veículos de imprensa não fazem parte do processo judicial.
Juiz vê indícios suficientes para manter ação
Na decisão, o magistrado concluiu que os elementos reunidos na investigação indicam a existência de indícios suficientes de autoria e materialidade para o prosseguimento da ação penal.
Segundo a denúncia do MP-SP, João Zana teria recebido pagamentos em dinheiro durante aproximadamente dez anos. As entregas das quantias, conforme a investigação, ocorriam em caixas fechadas deixadas em postos de combustíveis e no estacionamento da delegacia da Receita Estadual.
A acusação sustenta que os pagamentos continuaram em 2016 e tinham como objetivo proteger a empresa de fiscalizações estaduais.
https://www.youtube.com/watch?v=5aNJHRxvZWgO juiz também rejeitou a tese da defesa de que a denúncia seria inepta ou baseada apenas nas declarações do colaborador. Conforme a decisão, a análise definitiva das provas ocorrerá durante a instrução processual.
O empresário Danilo Lunardi Scussolino, que firmou acordo de colaboração premiada com o Ministério Público, também responde ao processo por corrupção ativa. A defesa dele pediu a concessão imediata do perdão judicial previsto no acordo.
O magistrado negou o pedido e afirmou que só poderá analisar o benefício no fim da ação penal, quando a Justiça avaliar a efetividade das informações que o colaborador prestou e o conjunto das provas que as partes produziram durante o processo.
+ Leia mais notícias de Brasil em Oeste
O post Justiça mantém ação contra auditor acusado de receber R$ 1,5 milhão em propinas em SP apareceu primeiro em Revista Oeste.
Como a I9vando pode ajudar
Saiba como a I9vando acompanha a evolucao da mobilidade urbana e transforma essas tendencias em tecnologia real para operacoes de transporte, entrega e apps white label.
Fonte base da analise: revistaoeste.com. Atualizacao da fonte em 11/07/2026 23:55.