I9vando | Ajuda online e noticias

Conteudo que informa, converte e fortalece a sua autoridade digital.

Explore noticias de mobilidade urbana, transporte por aplicativo, tecnologia e guias praticos em um portal visualmente forte, pensado para gerar credibilidade e impacto.

Pesquisar artigos na Base de Dados de Conhecimento

Procure rapidamente por temas, tutoriais, novidades do setor ou respostas para as principais duvidas dos seus clientes.

I9vando | Radar da Mobilidade

Mãe de Henry Borel deixa cadeia após perdão judicial

I9vando | Radar da MobilidadeMãe de Henry Borel deixa cadeia após perdão judicialA professora Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, recebeu perdão judicial da juíza Elizabeth Louro, do 2º Tribunal do Júri, nesta 5

Compartilhe esta noticia
WhatsApp Facebook LinkedIn Telegram X / Twitter
Mãe de Henry Borel deixa cadeia após perdão judicial
Imagem de destaque da noticia
I9vando | Radar da Mobilidade

Mãe de Henry Borel deixa cadeia após perdão judicial

A professora Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, recebeu perdão judicial da juíza Elizabeth Louro, do 2º Tribunal do Júri, nesta 5ª feira (4.jun.2026), pelas acusações relacionadas à morte do menino, em 8 de...

O portal da I9vando acompanhou uma nova atualizacao relevante em poder360.com.br para manter visitantes e clientes informados sobre o mercado de mobilidade urbana.

Por que essa noticia importa

Esse tipo de conteudo ajuda operadores, empreendedores e gestores a entenderem melhor as mudancas do setor, identificarem oportunidades e acompanharem tendencias que podem impactar a operacao.

A professora Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, recebeu perdão judicial da juíza Elizabeth Louro, do 2º Tribunal do Júri, nesta 5ª feira (4.jun.2026), pelas acusações relacionadas à morte do menino, em 8 de março de 2021. O MP-RJ (Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro) anunciou que vai recorrer à decisão. Leia a íntegra da denúncia original (PDF – 309 kB).

O padrasto de Henry, o ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, conhecido como Dr. Jairinho, foi condenado a 43 anos, 9 meses e 20 dias de prisão pelos crimes de homicídio duplamente qualificado, tortura e coação. A condenação foi obtida pela 2ª Promotoria de Justiça junto ao 2ª Tribunal do Júri da Capital. O julgamento, iniciado em 25 de maio, foi o mais longo da história do TJ-RJ (Tribunal do Júri do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro).

Apesar de também ter sido denunciada por homicídio pelo MP-RJ, Monique foi perdoada judicialmente por decisão do Conselho de Sentença do 2º Tribunal do Júri do Rio, que classificou o crime como homicídio culposo (quando não há intenção de matar). Com o perdão judicial, Monique deixou, nesta 5ª feira (4.jun), o presídio feminino Talavera Bruce, no Complexo Penitenciário de Gericinó.

A promotoria argumentou que Jairinho tinha histórico de agressões contra mulheres e crianças, inclusive contra a própria Monique. Já ela teria ignorado vários sinais de alerta sobre o risco que o ex-vereador representava para ela e para Henry.

“As provas, desde o início da investigação, foram muito robustas ao apontar a responsabilidade dos réus. A condenação sempre foi a convicção da acusação, e o plenário do Júri confirmou o acerto da investigação ao condenar o ex-vereador. Quanto à mãe da criança, a sentença será objeto de recurso. Monique foi considerada responsável pela morte dolosa de Henry. Assim, entendemos que ela também deveria ter sido condenada pelo homicídio doloso”, afirmou o promotor de Justiça do caso, Fábio Vieira.

O CASO HENRY BOREL

Segundo o inquérito, Monique e Jairinho disseram ter encontrado o menino Henry, na época com 4 anos, caído no chão do quarto que dividia com a mãe, com pés e mãos gelados e olhos revirados. 

Levado ao Hospital Barra D’Or, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, as médicas que atenderam Henry afirmaram que o menino já chegou morto. O laudo de necropsia apontou lesões compatíveis com espancamento, hemorragia interna e laceração hepática provocada por ação contundente. 

Durante depoimento, Monique disse acreditar que Henry tenha acordado, ficado em pé sobre a cama e caído no chão ao se desequilibrar ou tropeçar. Jairinho declarou ter ouvido gritos de Monique e, ao entrar no quarto, notou que o menino estava gelado e parecia respirar mal.

Henry não teria respondido à respiração boca a boca ou aos estímulos feitos no caminho ao hospital. Jairinho, que é médico, disse nunca ter exercido a profissão. 

Testemunhas ouvidas pelo delegado Henrique Damasceno, responsável pelo caso, declararam que Jairinho era agressivo e já havia agredido outra criança anteriormente.

Na denúncia do MP-RJ foi relatado que Jairinho agredia Henry com frequência, “impondo-lhe intenso sofrimento físico e mental, enquanto Monique se omitia ao não exercer seu dever de proteção e vigilância”.

Como a I9vando pode ajudar

Saiba como a I9vando acompanha a evolucao da mobilidade urbana e transforma essas tendencias em tecnologia real para operacoes de transporte, entrega e apps white label.


Fonte base da analise: poder360.com.br. Atualizacao da fonte em 04/06/2026 21:19.

Você achou esse artigo útil?