O portal da I9vando acompanhou uma nova atualizacao relevante em VEJA para manter visitantes e clientes informados sobre o mercado de mobilidade urbana.
Por que essa noticia importa
Esse tipo de conteudo ajuda operadores, empreendedores e gestores a entenderem melhor as mudancas do setor, identificarem oportunidades e acompanharem tendencias que podem impactar a operacao.
No Sistema Solar, a Terra é o terceiro planeta depois do Sol, na distância perfeita para garantir a criação de uma atmosfera e de vida como conhecemos. O primeiro planeta, porém, é Mercúrio, cheio de crateras, cordilheiras e despenhadeiros. “Vivo” há bilhões de anos, o astro tem sofrido com o passar do tempo de um mal similar às frutas quando envelhecem: o tamanho de Mercúrio diminuiu cerca de 10 quilômetros, de acordo com um novo estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Hokkaido, Universidade de Tóquio e do Centro Aeroespacial Alemão (DLR).
Publicado na Geophysical Research Letters, o estudo avaliou o nível de “diminuição” de Mercúrio. O planeta, com o passar do tempo, perdeu parte de sua força interna com o resfriamento de seu núcleo. A partir do momento em que isso acontece, a movimentação de suas placas tectônicas muda, e o planeta passou a ficar cada vez mais “enrugado” com novas formações geológicas como escarpas e despenhadeiros.
O fato do planeta estar encolhendo não é uma novidade para a ciência, que já acompanha esse fator há algum tempo. A medição do tamanho de Mercúrio leva em conta algumas “estruturas de encurtamento”, formações geológicas que mostram o quanto o astro encolheu. Quanto mais existem, mais mostra que ele diminuiu seu tamanho. Apesar disso, os cientistas descobriram que esse método pode ter apagado alguns dados.
Isso acontece porque, ao mesmo tempo em que as formações mostram o quanto o planeta encolheu, áreas de impacto na superfície do planeta, em especial as mais “jovens”, podem apagar esses rastros. Os pesquisadores compararam as áreas mais limpas da superfície — que tornam mais fácil observar os sinais de encolhimento — com as áreas mais acidentadas. Quando um novo impacto acontece, a dispersão de elementos da superfície pode cobrir as marcas que permitam o cálculo da diminuição do planeta.
Continua após a publicidadePor causa disso, os pesquisadores compararam os dados antigos e aplicaram uma nova forma de observação, que levou em conta as novas informações descobertas. Com isso, a contração do raio de Mercúrio, que era de 8,3 quilômetros, aumentou para 11,6 quilômetros, valor que ainda é visto como subestimado pelos pesquisadores.
Continua após a publicidadePara o pesquisador principal do estudo, Gaku Nishiyama, a superfície do planeta é um registro vivo de como ele tem resfriado e se contraído. “Ainda assim, o registro está incompleto”, explica. “Comparamos um mapa global da superfície acidentada de Mercúrio com mapas das estruturas de encurtamento e contração. Levando em conta o efeito do terreno, Mercúrio encolheu consideravelmente mais do que os registros sugeriam”, finaliza.
PublicidadeComo a I9vando pode ajudar
Saiba como a I9vando acompanha a evolucao da mobilidade urbana e transforma essas tendencias em tecnologia real para operacoes de transporte, entrega e apps white label.
Fonte base da analise: VEJA. Atualizacao da fonte em 11/09/2026 20:07.